LGPD para Advogados: Guia Prático de Adequação do Escritório
Desde a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD - Lei 13.709/2018), escritórios de advocacia precisaram repensar como tratam informações pessoais de clientes, partes contrárias, testemunhas e colaboradores.
Por que advogados precisam se adequar?
O escritório lida diariamente com dados pessoais sensíveis: documentos de identificação, dados financeiros, processos sigilosos, dados de saúde e até informações de menores. Não há isenção: a LGPD se aplica integralmente.
Bases legais mais comuns no escritório
- Cumprimento de obrigação legal — atendimento a obrigações regulatórias e tributárias
- Execução de contrato — para clientes contratantes
- Exercício regular de direitos em processo — base específica para advocacia (art. 7º, VI)
- Legítimo interesse — em hipóteses bem documentadas
Checklist mínimo de adequação
- Mapear o ciclo de vida dos dados (entrada, tratamento, descarte)
- Manter Registro das Operações de Tratamento (ROPA)
- Publicar Política de Privacidade
- Estabelecer canal para exercício de direitos do titular
- Definir Encarregado (DPO), interno ou externo
- Implementar controles técnicos: criptografia, controle de acesso, logs
- Treinar equipe periodicamente
- Ter plano de resposta a incidentes
Como o ProcessoFlex ajuda
O ProcessoFlex oferece controle granular de acesso por usuário, logs de auditoria de todas as operações, criptografia em repouso e em trânsito, backups diários e está em conformidade com os requisitos técnicos da LGPD — reduzindo seu trabalho de adequação.
A LGPD não é um projeto de TI. É um projeto de governança, com tecnologia como pilar.
Comece pelo mapeamento. Sem saber onde os dados estão, qualquer outro esforço é incompleto.
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